Histórico

1982 – A história da As Ervas Curam começa. Já no ramo de farmácia, seu fundador, Aldo Cândido Dadalt, inicia seu interesse por homeopatia e Fitoterapia. Aqui surge a formulação do produto Flor da Noite Composta, numa farmácia de Manipulação de nome fantasia As Plantas Curam. Esta formulação continua até hoje inalterada.

1983 – Continuando o início promissor, no ano seguinte é iniciada a manipulação de tinturas no ambiente da farmácia, assim como a venda de ervas medicinais.

1984 – Neste ano, o nome fantasia da empresa é alterado para As Ervas Curam. Devido à falta de espaço, transfere-se a produção de chás e tinturas para Campo Comprido. Com a compra de novos equipamentos (o concentrador e a estufa), foi possível expandir a produção de extratos vegetais.

1985 – Seguindo o crescimento constante da empresa, uma nova prensa com punções para comprimir e outros equipamentos, dão início à produção de comprimidos, pomadas vegetais e xaropes.

1986 – Em outubro é fundada, oficialmente, através de seu registro na Junta Comercial, o laboratório fitoterápico: As Ervas Curam Indústria Farmacêutica Ltda.

1987 – Para se adequar ao porte da empresa, um novo terreno é adquirido em Campo Comprido, onde a empresa encontra-se instalada até hoje. Em fevereiro é solicitada a autorização de funcionamento. Os produtos são enquadrados na Lei nº 6360, de isenção de registro. Entre eles, Arnica do Mato e Flor da Noite.

1988 – As Ervas Curam já possuía mais de 200 itens no seu portfólio, entre chás, tinturas, pomadas, produtos compostos, xaropes e comprimidos.

1989 – Uma tentativa de distribuir outros produtos junto com a linha da As Ervas Curam é iniciada, os produtos são distribuídos somente para o interior do Paraná até esta data.

1990 – A empresa volta a trabalhar somente com a própria linha e inicia parceria com distribuidores. A distribuição dos produtos da As Ervas Curam passa também para Santa Catarina.

1991 – Os produtos da empresa são novamente cadastrados segundo ao novo Projeto Inovar. A distribuição dos produtos se estende para o Rio grande do Sul.

1992 – Uma parceria com os laboratórios de Farmacognosia e Farmacologia da UFPR é iniciada.

1994 – A parceria com a UFPR é interrompida, mas a Universidade continua com o estudo da Agoniada (Plumeria Lancifolia).

1997 – A produção de comprimidos é substituída pela produção de encapsulados, após a compra da 1ª encapsuladeira semi-automática.

1998 – Retomam-se os estudos do Flor da Noite com o Instituto da Saúde Dr. Bezerra de Menezes, onde foram realizados testes de toxidade pré-clínica.

1999 – Neste ano, o órgão regulador do setor de medicamentos é criado, a ANVISA e um de seus primeiros atos é publicar a RDC nº 23/99, onde o produto Arnica do Mato foi enquadrado.

2000 – Publicada a resolução RDC nº 17/00, que dava o prazo de 1(um) ano para que todo o setor de fitoterápicos adequasse seus produtos. Entretanto, para conseguir cumprir a quantidade de exigências pedidas, seriam necessários pelo menos 10 anos. É neste ano, também, que o HPLC(Cromatografia Líquida de Alta Eficiência) é adquirido. O equipamento permite fazer a quantificação dos princípios ativos das plantas.

2001 – Publicado RDC nº 134/01, que regulamentava as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos. Esta resolução igualou as exigências de produção de um medicamento fitoterápico com a de um alopático. Tem início algumas apreensões de produtos dentro do estado. É conquistada Liminar para continuação do processo de produção da empresa.

2002 – É publicada resolução RE nº 234/02, proibindo a venda de alguns produtos da empresa, incluindo Flor da Noite. Neste ano é firmado contrato com o Laboratório de Fitoquímica da UFPR, para estudo dos componentes do Flor da Noite. É também publicado o primeiro registro de fitoterápicos da As Ervas Curam, a Castanha da Índia EC.

2003 – É deferida uma Liminar Federal, que suspende a RE 234/02 e permite a comercialização dos produtos da As Ervas Curam. Uma nova RDC é publicada, para Boas Práticas de Fabricação. O congresso também revoga o Art. 23 da lei 6360/76, que era a base da liminar da empresa.

2004 – Em parceria com a UFPR, que continua até hoje, e a contratação da Fitoanalítica, foram desenvolvidas novas técnicas de análise. Ao mesmo tempo, alterações na estrutura interna eram efetivadas, assim como mudanças no sistema de água e compra de equipamentos de análise fitoquímica para estudos de estabilidade. Esse foi o início do planejamento para a construção de um extrator com tecnologia própria.

2005 – As Ervas Curam monta laboratório próprio de Microbiologia. Isto permite que a empresa passe a realizar todas as análises de controle de qualidade internamente.

2006 – Finalmente a empresa obtém o Certificado de Boas Práticas de Fabricação. Começa, então, o envio de dossiês de registro de produtos fitoterápicos. É neste ano também que é depositado no INPI o pedido de patente do processo de extração e concentração desenvolvido pela As Ervas Curam em parceria com professores da UFPR.

2007 – Nossa liminar é julgada prejudicada, e a linha de 60 produtos é reduzida para 7. Entretanto, neste ano são publicados mais dois registros de Fitoterápicos.

2008/2009 – Somente nesses dois anos, As Ervas Curam conquista mais 11(onze) registros de Medicamentos Fitoterápicos, entre eles Agritoss, Calmoplantas e Hepatoplantas.

2010 – Em agosto é protocolado o registro do produto “Flor da Noite Composta”, com base na tradicionalidade de uso. Atualmente o processo está “em análise” na ANVISA.

2011 – Em maio deste ano, foi publicada a renovação das Boas Práticas de Fabricação. A empresa também resolve ampliar seu ramo de atuação, entrando para a Antroposofia. Atualmente, As Ervas Curam conta com 15(quinze) medicamentos fitoterápicos registrados e 5 medicamentos antroposóficos notificados, totalizando mais de 30 apresentações de produtos essencialmente obtidos de plantas medicinais. No dia 1° de outubro, As Ervas Curam completou 25 anos de existência!


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